Como eu vim parar aqui? As minhas pegadas me definem! Série: Minha História #1
Série de artigos sobre minhas experiências.
Estou transferindo os artigos que escrevi no Linkedin para o meu blog, pois é um local proprietário (assim espero, rs)..
O que vocês vão ver daqui pra frente:
Os próximos artigos vão ser já sobre todas as minhas experiências então para que vocês já saibam o que vem por aí, vou colocar a lista dos lugares que realizei alguma atividade em ordem cronológica, eu acho, porque não lembro de tudo não:
- Ajudante de limpeza da minha tia (RJ) (1999 ou 2000)
- Ajudante / Garçonete na Lanchonete do meu pai (RJ) (2001-2002)
- Ajudante de estudos de crianças no meu bairro (MG) (2002 ou 2003)
- Ajudante de vendas de cachorro quente na barraquinha dos meus pais (MG) (2003-2004)
- Ajudante de loja de uma loja para skatista (MG) (2004)
- Panfleteira da Revista Point (MG) (2004-2010)
- Recepcionista do Escritório de Contabilidade Machado (MG) (2005-2006)
- Assistente Fiscal da Transportadora Rodeiro (2006-2007)
- Estagiária na Metropoli Online (MG) (2007-2007)
- Estágio de Curadoria no Jornal Supra Sete Lagoas (MG) (2007-2007)
- Estagiária de Comunicação no Hospital Nossa Senhora das Graças (MG) (2007-2009)
- Estagiária na agência de comunicação da Faculdades Promove (MG) (2008)
- Operadora de Máquinas de Cópia na Copiadora Desenhar (MG) (2010-2010)
- Assessora de Comunicação na Pro Minas Propaganda (MG) (2010-2010)
- DD Gestão de Comunicação + Rádio Santana (MG) (2010-2010)
- Assistente de Atendimento e Planejamento na Efficazia Comunicação (SP) (2010-2011)
- Assistente de Marketing na Preço Center (SP) (2011-2013)
- Analista de Marketing no Hospital Paulista (SP) (2013-2013)
- Coordenadora de Projetos na AW Digital (SP) (2014-2018)
- Estrategista e Planner de Marketing Digital na JM Estratégia Digital (SP) (2018-2019)
- Gerente de Projetos na Jellyfish (antiga Reamp) (SP) (2019- 2024)
Antes de começar essa série acho que é interessante eu contar como comecei indo parar na área de comunicação.
Lembro que tinha por volta de 12 anos e fiz uma “planilha” com a idade e com o que eu queria fazer. Na lista tinha que aos 25 eu iria estar formada em jornalismo, seria mãe solteira de uma menina e ia ter uma cozinha azul. Curiosamente nada disso se concretizou.
Para mostrar que eu poderia ser jornalista fiz minha primeira matéria, morava no Rio de Janeiro e um assalto aconteceu no Itaú que ficava bem em frente à rua da minha casa. Rapidamente eu peguei um papel e escrevi uma matéria e mostrei para todos da minha família, mas não comovi ninguém.
O que eu não consigo lembrar é quem me motivou a pensar em ser jornalista, pois apesar de ser bastante incentivada a estudar pelos meus pais e familiares, não lembro de conversar sobre faculdade, nem em casa nem na escola.
De qualquer forma essa ideia ficou fixa na minha cabeça e estudei para passar no vestibular e fazer jornalismo em uma Universidade Federal, mas é óbvio que a menina que estudou em colégios públicos, próximos a favelas não tinha chance, talvez tivesse, mas aí já estava em uma fase de querer farrear, e isso não ajudou.
Com isso fiz a faculdade particular (Faculdades Promove de Sete Lagoas), mas não tinha jornalismo, então cursei Comunicação Social Habilitado em Publicidade e Propaganda. Trabalhando e estudando muito, mas como sempre tendo que me esforçar muito mais do que os outros para ficar na média.
Isso é frustrante, mas vejo que hoje em dia todo esse esforço está mostrando resultados, pois atualmente sou referência na minha área e trabalho inclusive com projetos internacionais, o que me proporciona a convivência com pessoas de outras culturas e eu acho isso maravilhoso.
Obrigada por você que veio até aqui. E nos vemos nos próximos artigos.
